Quando Deus viu o mundo abarrotado de pecados, resolveu enviar Seu filho, Jesus Cristo, para a sua salvação, como uma oportunidade de conversão. Escolheu João Batista para preparar a vinda do Salvador, mostrando a mudança que deve ocorrer na vida dos homens, que apenas será concretizada por meio da proclamação de advertência e da necessidade de arrependimento. (Leia mais)
Foi justamente sobre isso que foi falado na missa do 3º Domingo do Advento, no último dia 13, no evangelho segundo Lucas 3, 10-18, no qual João Batista anuncia a vinda de Jesus:
“Naquele tempo, as multidões perguntavam a João: 'Que devemos fazer?'. João respondia: 'Quem tiver duas túnicas dê uma a quem não tem, e quem tiver comida faça o mesmo!'. Foram também para o batismo cobradores de impostos e perguntaram a João: 'Mestre, que devemos fazer?'. João respondeu: 'Não cobreis mais do que foi estabelecido'. Havia também soldados que perguntavam: 'E nós, que devemos fazer?: João respondia: 'Não tomeis à força dinheiro de ninguém nem façais falsas acusações: ficai satisfeitos com o vosso salário!'. O povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. Por isso, João declarou a todos: 'Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha, ele a queimará no fogo que não se apaga'. E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a boa-nova”.
Fazendo um paralelo com a atualidade, creio que este evangelho deveria ser lido por todos os corruptos, pelos governos quanto ao meio ambiente e pelos políticos, repetindo a pergunta: “o que devemos fazer?”. Eu responderia: aos corruptos, transfiram todos os valores das corrupções para acabar com a fome do mundo; aos governos quanto ao meio ambiente, não destruam o mundo que Deus criou, e aos políticos, ajam com ética, honestidade, responsabilidade e sem mentiras.
Aproveito para falar da conversão de um sacerdote muçulmano a missionário católico. O incrível testemunho do indiano Mario Joseph, que descobriu Jesus Cristo ao ler o Alcorão, está no site padrepauloricardo.org e, embora eu sugira sua leitura na íntegra, destaco alguns trechos:
“(...) Eu trabalhava em uma mesquita, como 'pároco', e um dia, enquanto eu pregava em minha comunidade que Jesus Cristo não era Deus – pois, para mim, Deus era apenas Alá e, como ele nunca havia se casado, não tinha nenhum filho –, alguém da multidão, talvez até um muçulmano, perguntou-me: 'Quem é Jesus?'. Eu estava pregando que ele não era Deus, mas a sua pergunta era: 'Quem é Jesus?'.
Para saber quem ele era, li o Corão inteiro mais uma vez – 114 capítulos, 6.666 versículos. Quando li, encontrei o nome do profeta Maomé em 4 lugares, mas o nome de Jesus eu achei em 25. A partir de então, comecei a ficar um pouco confuso. Por que o Alcorão dava mais preferência a Jesus?
Uma segunda coisa era que eu não conseguia ver o nome de nenhuma mulher no Corão, nem o da mãe de Maomé, nem o de sua esposa, nem o de suas filhas, nada. Lá, há um único nome de mulher que encontrei: Maria, mãe de Jesus, e nenhum outro. O capítulo 3 do Corão se chama 'Família de Maria' e o 19, simplesmente 'Maria'. Um capítulo todo dedicado a ela. Então, eu fiquei curioso para saber por que o Corão dizia todas aquelas coisas.
Na surata III, versos de 45 a 55, há dez coisas que o Corão fala a respeito de Jesus: a primeira é 'Palavra de Deus'; a segunda, 'Espírito de Deus'; e a terceira, 'Jesus Cristo'. O Corão também diz que Jesus falou quando era pequeno, com 2 dias, logo depois de seu nascimento (v. 46); diz que ele criou um pássaro vivo a partir do barro, que ele pegou um pouco de lama, soprou e a lama se tornou um pássaro vivo (o que significava que ele podia dar vida, eu supunha); diz que ele curou um cego de nascença, um leproso, etc. (v. 49). Curiosamente, o Alcorão diz que Jesus dava a vida aos mortos, subiu aos céus, que ainda está vivo e que vai voltar de novo.
Quando eu vi todas essas coisas, meu pensamento foi: e o que o Corão diz sobre Maomé? Sabe, de acordo com o Corão, o profeta não é nem Palavra de Deus, nem Espírito de Deus, não falou quando tinha 2 dias, nunca criou nenhum pássaro com barro, nunca curou nenhum doente, nunca ressuscitou nenhum morto – ele mesmo morreu e, segundo o Islã, não está vivo, não vai voltar. Então, há muita diferença entre esses dois profetas. (…)
Então, eu disse ao meu professor: 'A Palavra não é criadora, nem criatura, e por isso os cristãos dizem que a Palavra é Filho de Deus'. Daí, ele me disse que, se há um filho de Deus, eu deveria mostrar-lhe a esposa de Deus. Sem esposa, impossível ter um filho. Mostrei-lhe um trecho do Corão, que diz que Deus pode ver, não tendo olhos; falar, não tendo língua; e ouvir, não tendo ouvidos. Se é assim, eu disse, ele pode ter um filho sem uma esposa.
Nós tivemos uma grande discussão, e sabe o que eu fiz no final? Peguei meu Corão, abracei-o contra o meu peito e disse: 'Alá, dizei-me o que eu devo fazer. O vosso Corão diz que Jesus está vivo ainda e Maomé não está mais. Dizei-me qual deles eu devo aceitar'. Depois da minha oração, abri o Corão – sem perguntar a ninguém, apenas a Alá – e li o capítulo X, versículo 94, que dizia: 'Se tiveres alguma dúvida sobre esse Corão que te dou, lê a Bíblia ou pergunta ao seu povo, aqueles que leem a Bíblia.
Então, se você me perguntar quem me fez cristão, eu direi que não foi nenhum sacerdote, nenhuma religiosa, nenhum bispo, nenhum cardeal, nem mesmo o Papa. Foi o Corão que me converteu ao Cristianismo”.
E o testemunho continua. Inclusive, Mario Joseph conta que, quando estava numa casa católica de retiros e seu pai descobriu, quase o matou de tanto espancá-lo. Porém, segundo Mario, seu pai só estava obedecendo ao Corão, pois está escrito nele, em dezoito passagens, que é necessário lutar contra os infiéis, e também está escrito, em alguns lugares, para matar quem rejeita o Islã.
Para finalizar, transcrevo mais dois trechos deste testemunho:
“Então, eu não tenho medo da morte, isso é um fato. A única coisa em que penso é: e depois da morte, o que há? Para ter vida eterna, você precisa de Jesus, e não só isso, você precisa da Igreja Católica.”
“Nós somos muito fracos em educar nossos filhos na fé. Somos muito fracos. E essa fraqueza originou-se em nós, quando começamos a falar demais de liberdade. Quando começamos a dar muitas liberdades que não são permitidas por Deus – como, por exemplo, casamento gay, aborto e drogas, que são legalizados em todos os países agora –, ninguém tem o direito de questionar ninguém. Nem os pais têm o direito de questionar os filhos. Essa liberdade é um verdadeiro obstáculo para transmitir a fé. Além disso, nessa liberdade, os pais são incapazes de mandar as crianças às aulas de Catecismo. No Islã, como se trata de uma religião política – eles tentam regular o mundo com a lei da sharia –, acaba-se obrigando as crianças a irem à escola. Desde a infância, eles são treinados em sua fé para serem fanáticos. Eu digo que devemos respeitar o ser humano, devemos dar-lhe total liberdade, mas, ao mesmo tempo, desde a infância, devemos educar as crianças no catolicismo. Se isso for possível, definitivamente a Europa mudará.”
E reforço: leia este testemunho na íntegra, a fim de refletirmos sobre a oportunidade que Deus ainda está nos dando do arrependimento, para ganharmos a vida eterna.
(Artigo escrito em 18/12/2015)
Boa tarde, Dr. Tarcisio!
ResponderExcluirExcelente o artigo que o senhor nós está dando, para diversos, esclarecimentos! Deus é Vivo e é tudo para toda humanidade!
Forte abraço,
Prezado Eder, agradeço o elogio. Na Terra, a vida é uma passagem. Precisamos amar Deus e nosso próximo, para podermos merecer a vida eterna.
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