Lendo Márcio Padrão, jornalista do UOL, em São Paulo, de 09/12/2014, com o título “A corrupção vai acabar no Brasil?”, eu acredito que não vai acabar no Brasil e nem no mundo, pela influência do Diabo (espírito do mal), que oferece às pessoas o poder, a riqueza, etc., facilitando a escolha para o mal. Assim, não podemos ignorar que para combater o mal é necessário seguirmos as palavras de Jesus (filho de Deus), e, para isto, precisamos ter fé. (Leia mais)
Para refletir, tomo a liberdade de transcrever a passagem de Jesus, quando foi tentado pelo Diabo (espírito do mal), segundo evangelho de Matheus 4, 1-11: “Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. O tentador aproximou-se dele e disse: 'Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães'. Jesus respondeu: 'Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'. Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o na parte mais alta do templo e lhe disse. 'Se és o Filho de Deus, joga-te daqui para baixo. Pois está escrito: Ele dará ordens a seus anjos a seu respeito, e com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra'. Jesus lhe respondeu: 'Também está escrito: Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus'. Depois, o Diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos reinos do mundo e o seu esplendor. E disse-lhe: 'Tudo isto te darei se te prostrares e me adorares'. Jesus lhe disse: 'Retire-se, Satanás! Pois está escrito: Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto'. Então o Diabo o deixou, e anjos vieram e o serviram”.
Atente-se: Jesus foi tentado por três vezes e resistiu à tentação. Agora, vamos aos sete fatos indicados por Márcio Padrão, como responsáveis pela manutenção das corrupções. Inicialmente, ele cita algumas das operações feitas pela Polícia Federal, apenas em 2014, para tentar combater a corrupção no Brasil. São elas: Lava Jato (licitações Petrobras); Aquário (crimes previdenciários); Zumbí (tráfico de drogas); Vista do Mar (irregularidades na avaliação de imóveis da União); Véu da Irmandade (entrada ilegal de mercadorias); Trama (fraudes com cartões corporativos do Ministério do Trabalho); Terra Prometida (atividade ilegal de uma organização na apropriação de terras da União); Super Dote (máfia do cartão de crédito); Ressurreição dos Mortos (fraudes contra a previdência); Password (fraudes de servidores em concursos públicos); Nebulosa (fraudes em importações).
Este é o trabalho de nossa Polícia Federal, que, além de suas ações, nos últimos anos criou ferramentas para tentar dar mais transparência à aplicação de dinheiro público, como a aprovação da Lei de Acesso à Informação e a criação do Portal da Transparência.
Abaixo, os sete fatos que indicam que as corrupções podem demorar para acabar:
1. Corporativismo e fisiologismo entre políticos – Mesmo com indícios de corrupção, políticos são capazes de escapar de punições quando são julgados por seus próprios pares, como ocorre em CPIs e votações no Congresso. “O Brasil é o país em que impera o favor”, diz o professor de Ética da Unicamp, Roberto Romano. “O político poderoso é aquele que faz favor para os amigos e também para os inimigos, esperando sempre algo em troca”, afirma Romano.
2. Morosidade da Justiça – A lentidão que envolve um processo judicial é um desafio para o combate à corrupção. Em alguns casos, os prazos expiram sem que os culpados sejam punidos. “A qualidade da Justiça também influencia. Enquanto houver foro privilegiado (pessoa com benefícios na Justiça por ser autoridade política) de forma tão disseminada, haverá sempre essa tentação para o abuso”, diz Romano.
3. Agentes públicos corruptos – Talvez tão nociva quanto a corrupção política, a conhecida atividade de suborno entre mutos policiais é algo corriqueiro na vida dos brasileiros. Muitos acabam pagando propinas a guardas mesmo sem concordar, para não serem acusados injustamente de estarem realizando um crime ou confrontando um oficial, segundo o professor de Ética da Unicamp.
4. Corrupção nas esferas públicas e privadas – A corrupção há tempos saiu da esfera pública. Empresários, religiosos e até mesmo militantes políticos e sindicalistas ocasionalmente são citados em casos maiores ou menores do gênero, seja em seus próprios círculos ou ligados a funcionários públicos. “O partido arruma empregos para militantes e facilita a vida dos empresários, que respondem aumentando o caixa do partido”, diz Romano.
5. Omissão da sociedade – Muitas pessoas ainda relutam em denunciar atos de corrupção presenciados por elas. As razões para isso podem ir da mera apatia até o medo de represálias. “Vivíamos sob um império repressivo contra a cidadania. No século 20, duas ditaduras ensinaram o cidadão a ter medo. O Brasil é o país do guarda da esquina”, afirma o professor da Unicamp.
6. Pouca transparência dos governos – Ainda que existam atualmente dispositivos como a Lei de Acesso à Informação ou o Portal da Transparência, fala-se que ainda temos um longo caminho a percorrer sobre quando, quanto e como o dinheiro público é investido, até por conta das sucessivas denúncias de desvio de verbas.
7. Falta mobilização da sociedade – As mobilizações de 2013 contra o aumento das passagens foram uma prova de que a sociedade civil está avançando no exercício da política. No entanto, grande parte da população não sabe ao certo como cobrar seus políticos em resposta a escândalos. “Só agora a população está se informando melhor. Ainda estamos no começo de uma sociedade organizada”, define Romano.
Aí estão os sete fatos de Márcio Padrão, que indicam que as corrupções podem demorar para acabar. E tem toda a razão. E mais: na minha opinião, repito, para acabar com as corrupções precisamos fazer o que Jesus nos diz, segundo o evangelho de Mateus 22, 35/40: “E um deles, doutor da lei, interrogou-o para experimentar, dizendo: 'Mestre, qual é o grande mandamento da lei?'. E Jesus disse-lhe: 'Amarás o Senhor teu Deus, de todo o seu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas'”.
Para enfatizar a influência do Diabo (espírito do mal) nas pessoas, todos os apóstolos escolhidos por Jesus para ajudá-lo a divulgar a Palavra de Deus foram perseguidos e mortos, menos um, João, o apostolo do Apocalipse, que morreu de morte natural. Inclusive o próprio Jesus foi crucificado sem ter praticado crime algum. E esta influência maligna tem refletido na quantidade de seguidores de Jesus no mundo, conforme se verifica em pesquisa feita em 2010, quando a população era de 6,9 trilhões de pessoas e havia apenas dois bilhões de cristãos, o que representa 0,29%. Isto vem confirmar as palavras de Jesus, segundo o evangelho de Mateus 22, 14, quando disse: “muitos serão os chamados, mas serão poucos os escolhidos”.
Diante disso, vamos seguir as palavras de Jesus, para a salvação da humanidade. Quando vivermos o amor com todos, aí estaremos com Deus.
(Artigo escrito em 08/01/2015)
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