29/07/2019

Deus do amor

Para escrever este artigo, aproveito o site Aleteia, que publicou, em 27 de junho último, “De um deus do ódio ao Deus do amor: o caminho da descoberta de um soldado afegão”, a história que faz parte do episódio 11 da série especial “Look Up – Histórias de Esperança”, cujo objetivo é demonstrar que a grande maioria das pessoas faz conforme aprende e não procura a verdade. (Leia mais)

 
É o caso de Farhad Bitani, que ouvia que “os cristãos são infiéis e, portanto, devem morrer”. Vamos à história:

“’Os cristãos são infiéis e, portanto, devem morrer’. Era isso que Farhad costumava pensar. Para ele, era algo normal; ele era filho de um mujahideen, general do exército afegão, e foi educado em escolas islâmicas impostas pelos talibãs.

‘Eles nos disseram que isso estava escrito no Alcorão’, disse Farhad. O mulá ensinou que: ‘se você assistir a apedrejamentos, Deus reduzirá seus pecados’. Centenas de crianças iam todas as semanas ao estádio para testemunhar as execuções, decapitações, amputações de mãos, apedrejamentos, chicotadas. ‘Era o único mundo que conhecíamos’. 

Farhad chegou à Itália em 2004. Ele disse: ‘Toda a minha transformação se deve ao encontro com pessoas diferentes e a pequenos gestos humanos’. Ele começou um caminho de reflexão sobre a própria vida e a ler o Alcorão em sua própria língua pela primeira vez. Ele descobre que ‘Deus é amor’. 

Farhad decide deixar sua carreira militar e testemunhar da transformação de sua vida. Como resultado, ele perde muitos de seus amigos e uma fatwa (espécie de sentença) foi emitida, condenando-o à morte. No entanto, ele continua seu caminho. ‘O sofrimento no meu passado tornou-se a força do meu presente’, diz. ‘Não tenho medo, porque escolhi a liberdade’.”

Pelo depoimento de Farhad, ele chegou à Itália em 2004, apenas 15 anos de hoje. Por isso que o Papa Francisco apela para que todos rezem pela formação dos padres, que sempre estarão na frente para a evangelização das pessoas e fazer saber que “Deus é amor” e não um deus do ódio.

Lembremos ao Farhad para estar preparado, pois, no tempo de Jesus Cristo, todos os 12 apóstolos tiveram mortes violentas e somente um deles teve morte natural.

Os dados são imprecisos sobre a morte dos apóstolos, mas apresento o que encontramos:

A morte de Tiago (o irmão de João) está nas escrituras e foi pela espada por rei Herodes. Judas Iscariotes que traiu Jesus, cujo fim consta na Bíblia, enforcou-se, corroído pelo remorso. Pedro teria sido crucificado pelo imperador Nero, de cabeça para baixo, a seu pedido, por não se achar digno de morrer da mesma forma que Jesus. André foi amarrado a uma cruz em forma de X na Grécia, aonde foi para pregar o Evangelho. Tomé teria sido morto na Índia por lanças de soldados locais. Felipe teria sido executado por ordem de um nobre de Cartago (norte da África, até então Ásia Menor). Mateus, o ex-publicano, teria sido apunhalado na Etiópia. Bartolomeu foi esfolado vivo e decapitado a mando de dirigente de Albanópolis, atual Derbent, na Rússia. Simão foi morto a machadadas pela multidão instigada por sacerdotes pagãos. Matias, que substituiu Judas Iscariotes, teria sido executado numa fogueira. João, o apóstolo do Apocalipse, pode ter sido o único discípulo direto de Jesus que teve morte natural, atingindo idade avançada. Lucas, o médico, teria sido enforcado em uma árvore na Grécia. Paulo, ex-Saulo de Tarso, teria sido decapitado em Roma.

Conforme se verifica, os apóstolos, por pregarem as palavras de Jesus, foram perseguidos e mortos pela influência do Diabo (espírito do mal) junto aos principados, potestades, dominadores e outros espíritos.

Esperamos que o Papa Francisco consiga o aumento de padres para a evangelização e que o número de cristãos aumente em relação à população mundial.

(Artigo escrito em 29/07/2019)

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